27 de agosto de 2013

Gverreiros caídos e um GVERREIRO caído do céu


Início de época muito positivo, com 3 vitórias em três jogos oficiais. Mais importante ainda, uma atitude e um modelo de jogo que nos permitem sonhar.
No entanto, há algo que hesito em classificar de misterioso ou de trágico: a propensão inacreditável para as lesões no plantel do SC de Braga. Há problemas relacionados com a preparação física dos jogadores? Se há que se faça alguma coisa rapidamente. Se não há, então alguém que me tente explicar como é que isto pode acontecer… Azar? É muito complicado aceitar que tantas lesões sejam fruto de meros e consecutivos azares. Com 3 jogos oficiais disputados temos QUATRO defesas lesionados!
Mas, para cada herói caído há sempre um novo guerreiro que surge lá do alto, como um raio caído do céu.


Obrigado, ADERLAN SANTOS

23 de agosto de 2013

GVERREIROS de novo!


Tranquilidade, confiança e coesão. Foram estas as palavras mágicas que, todas juntas, na Roménia, se escreveram assim: CLASSE.
Após as duas exibições em outros tantos jogos oficiais é impossível fugir à comparação: este nosso SC BRAGA pouco ou nada tem a ver com o da época passada. E o responsável tem um nome: Jesualdo Ferreira. É óbvio que algumas das contratações foram acertadas. Brilhantes mesmo. Mas a sabedoria do mestre está a vir ao de cima. Há sempre um jogador para receber a bola; há progressão no terreno mas com segurança; há cobertura defensiva por parte dos médios e avançados; há sempre alguém para a dobra. Numa palavra, há classe.

Depois de uma semana em que assistimos a mais uma algazarra de alguns ressuscitados na Comunicação Social, nós estamos a voltar ao nosso espírito guerreiro discreto. Sem ambições desmedidas nem foguetório antecipado; com os pés assentes na terra; modestos mas não ingénuos; discretos mas não temerosos. Com a força que há nesta crença, nesta alma guerreira, nesta vontade de levar cada vez mais alto A NOSSA TERRA.

3 de agosto de 2013

Da desilusão à epopeia

Primeira parte: Vedetas 0 - Norwich 2
Segunda parte: Guerreiros 2 - Norwich 0
Terceira parte: um espetáculo cheio de simbolismo e beleza.
Assim se pode resumir a magnífica noite de hoje.
Numa primeira parte que apenas Salvador Agra se salvou de um espetáculo de vedetismo e passividade, fomos brindados com 45 minutos surpreendentes de espírito guerreiro, desde o nascimento de uma estrela chamada Rafa até à confirmação de um talento até agora injustiçado que dá pelo nome de Yazalde, passando pela fantasia de Hélder Barbosa.
Para o final estava reservado um espetáculo marcado pela criatividade e a fantasia, aliando a iconografia dos guerreiros da Bracara Augusta a uma GENIAL recriação do hino histórico do Enorme Sporting Clube de Braga.
Memorável.
(imagem maisfutebol.iol.pt)