15 de maio de 2011

Braga 0 - Sp. Lisboa 1: Proença Leva 3º Para Lisboa

A festa que os jogadores e adeptos do Sporting fizeram no final do jogo mostra bem a pequenez de Alvalade. Para ficar em terceiro, o Sporting de Lisboa precisou da ajuda de um árbitro vindo de Lisboa que se esqueceu de assinalar uma grande penalidade evidente de Polga sobre Meyong aos 43 minutos e cuja conversão garantiria o 3º lugar ao Sporting de Braga. Mais: o Sporting precisou da ajuda de Proença para ampliar o seu anti-jogo dos lisboetas e gozou de uma dualidade de critérios verdadeiramente irritante.

No jogo jogado, o Braga entrou displicente e o Sporting entrou cheio de querer. Chegou ao golo aos 5 minutos e, desde aí, matou esse mesmo jogo com cenas típticas de um clube que luta pela manutenção. As duas equipas que vieram de Lisboa não queriam que houvesse futebol. E conseguiram. O Braga foi fazendo pela vida, mas as suas tentativas esbarravam nas frequentes paragens potenciadas pelo árbitro que foi sempre muito convenientemente palavroso.

Se há coisa em que António Salvador tem falhado é precisamente na gestão da influência do Braga junto das instâncias de arbitragem e de disciplina na Liga. Está visto que é preciso intervir nesse domínio para se conseguir qualquer coisa. A vergonha de Vitor Pereira é tão inexistente que á nem se coíbe de nomear um árbitro de Lisboa para uma partida em que um clube de Lisboa e outro de Braga discutem um lugar no pódio. Uma vergonha total.