31 de maio de 2011

O Avião Que Transportou Dois Finalistas



Não sei se repararam, mas este avião transportou dois finalistas nas provas europeias. É fantástico, não é?

via dornomenisco.

30 de maio de 2011

Braga Prepara Academia na África do Sul

Johannesburg from the air

O Sporting de Braga vai inaugurar neste defeso uma Academia de Futebol Juvenil em Joanesburgo. Esta insfraestrutura, vital para o crescimento e projecção do clube, vai nascer na capital da África do Sul, uma cidade onde se concentra uma grande comunidade de emigrantes portugueses.

Depois de Custódio, Douglas Assinou por 4 Épocas

Douglas de Oliveira, avançado do Guimarães, assinou um contrato válido por 4 épocas com o Sporting de Braga. Tal como Custódio que chegou de Guimarães em Janeiro e acabaria por marcar o golo histórico que garantiu o acesso inédito à final da Liga Europa, Douglas quer redescobrir em Braga o prazer do futebol, alinhando naquele que, no momento actual, é um dos clubes mais prestigiados da Europa.

Imorou É Reforço por 5 Épocas

Imorou Oficializado como Reforço do S.C. Braga

O SC Braga chegou a acordo com o defesa Imorou, que rubricou com os Gverreiros do Minho um contrato válido pelas próximas cinco épocas – até ao final da temporada desportiva de 2015/16.

O defesa, de 22 anos, mostrou-se bastante entusiasmado com o ingresso no SC Braga. “Hoje em dia, na Europa, não há ninguém que não conheça o SC Braga. Tive vários convites de outros clubes mas o projecto apresentado e o forte interesse manifestado desde a primeira hora pelos responsáveis do Clube, foram determinantes na minha escolha”, destacou.

Bastante impressionado com as condições que encontrou no SC Braga, Imorou cumpriu durante o dia de hoje todas as formalidades médicas inerentes à assinatura do contrato de cinco anos, sentindo-se já “um verdadeiro Gverreiro do Minho”.

Notícia Oficial S. C. Braga

25 de maio de 2011

A propósito da final: a relação e a comunicação do clube com os sócios e adeptos

Perguntava há uns dias um amigo se faria sentido a separação entre presidente de clube e presidente da SAD. O enfoque da sua pergunta era o das modalidades ditas amadoras e o ecletismo do clube. Não acho que faça sentido essa separação, sobretudo com um homem com as características de António Salvador à frente do futebol. A experiência foi tentada e, como todos sabem, não resultou.

Mas a questão não é despicienda. Tenho para mim que António Salvador é um extraordinário presidente da SAD mas um medíocre presidente do clube. E digo-o, não pensando na dicotomia futebol-modalidades amadoras, mas pensando na relação do clube (instituição) com os seus sócios e adeptos. Não me interessa se as competências são estritamente do clube ou se a SAD também abarca parte das funções a que me refiro. O que está em causa é a relação com os sócios e adeptos, afinal o que dita, a prazo, a grandeza de um clube e a sustentabilidade do seu sucesso.

E neste aspecto, como já muitos disseram, estamos muito mas muito aquém do crescimento registado nos últimos anos em termos desportivos (futebol) e mesmo em termos económicos. Não quero ser injusto e dizer que nada foi feito – porque não é verdade. A campanha de marketing “Guerreiros do Minho”, por exemplo, pegou de estaca e hoje esta é uma imagem que se nos cola, mesmo na imprensa (e, ao que parece, causa inveja). Mas se houve momento que mostrou como estas questões estão afastadas das prioridades de quem nos dirige foi o desta final da Liga Europa. Este era um momento único para catapultar a paixão pelo clube para outra dimensão e para reunir a cidade e arredores à volta do clube. Era momento de “investir” a sério nisso, motivar os adeptos a acompanharem a equipa, acender neles a paixão pelo clube, pintar a cidade de vermelho, usando de todos os meios possíveis e imaginários para chegar aos nossos adeptos. O que se viu!? Nada disso. Uma comunicação ridícula – nem sequer os preços dos bilhetes dos bilhetes foram anunciados oficialmente no site do clube – aliada a aparente desorganização e desleixo no acompanhamento da deslocação a Dublin por parte dos adeptos, deixando-os “ao deus-dará, não falando na vergonha que foi a falta de regras na atribuição de bilhetes para o jogo, sem respeitar a regra básica da prioridade aos sócios. Com isto, não só não conseguimos fazer deste evento um momento galvanizador da paixão clubística como, pelo contrário (imagine-se!), conseguimos criar em muitos espíritos, mesmo entre os nossos indefectíveis, alguma desilusão e revolta pelo facto de não poderem acompanhar o seu clube nesta jornada histórica. Dir-me-ão que, tendo em atenção a difícil logística desta final (afinal Dublin fica numa ilha!) pouco haveria a fazer. É evidente que nunca seria possível uma deslocação tão massiva quanto desejaríamos… mas, com boa vontade e algum engenho, seria possível termos preços para a viagem a Dublin mais em conta que permitiriam a mais alguns lá ter estado – e mesmo entre aqueles que mesmo assim não pudessem lá estar, haveria certamente o reconhecimento do esforço do clube. E quando falo em esforço do clube não estou a pensar em “comparticipação” nas viagens. Há muitas maneiras de apanhar moscas… Mesmo com o tal acordo com a Cosmos (que deveria ser explicado aos sócios)! Até porque, todos sabemos, houve quem conseguisse voos relativamente baratos, adiantando o dinheiro da reserva dos charters…

Às vezes, tenho a sensação de que quem nos dirige pensa que somos mais pequenos do que realmente somos. É verdade que não temos a dimensão humana de um dos metralhas mas não somos só “aquilo”. Foi realmente uma pena o que aconteceu. Não sei se isto sucedeu com toda a gente mas acho que eu próprio não vivi a final com o entusiasmo que teria vivido (e que o momento merecia), caso tivesse sentido que tudo tinha sido feito para fazer daquele momento o que ele realmente era: o maior momento da história do clube (com a devida vénia para a final do Jamor de 1966). Senti que faltava nas bancadas muita gente que poderia lá estar e que o clube não esteve à altura da sua ilusão.

Mas as coisas não terminam por aqui. Não é admissível o desleixo continuado à posteriori. O completo black-out quanto à hora da chegada a Braga e o local da chegada, a falta de mobilização no dia do regresso privaram equipa e adeptos (sobretudo os que por cá ficaram) do merecido momento de comunhão que, estou certo, teria reunido milhares de adeptos. Não é possível o nosso presidente ter dito que a festa é apenas para os vencedores, por muita ambição que estas palavras revelem. Desta forma, passámos uma imagem de pequenez e ingratidão (que os media não deixaram de veicular) que não condiz com o que é hoje a massa adepta do Braga. Ficamo-nos pela recepção na Câmara Municipal (sem qualquer comunicação por parte do clube!), já na sexta-feira, a uma hora imprópria (para a maioria dos adeptos), que embora plena de entusiasmo, ficou muito aquém do que poderia ter sido.

Pergunto eu, quem é que se consegue rever num clube que oferece esta imagem no momento mais sublime da sua história!?!? Ou trata-se de um adepto fidelíssimo que, mesmo discordando desta postura, tudo ultrapassa em nome da sua paixão; ou tratando-se de um mero simpatizante, porventura vira costas, desiludido por um clube que assim tão mal-trata os seus. Podem-me dizer que há alguma inexperiência do clube na gestão de um momento destes – e há. Mas, caramba, este era o momento mais alto da nossa história desportiva! Tínhamos obrigação de empenhar todos os recursos, todos os esforços no planeamento deste evento que poderia significar um grande salto em frente na consolidação do clube em termos sociais. Nem que fosse aprendendo com quem tinha mais experiência que nós! Lamento mas, para mim, o que se passou é mero sintoma de uma concepção do clube que atribui pouca importância à sua implantação social, reduzindo atenções à esfera estritamente desportiva. Por isso, digo que Salvador é um extraordinário presidente da SAD mas um medíocre presidente do clube. E, note-se, não exijo que ele tenha uma sensibilidade para estas questões igual à mestria que tem revelado para dirigir o futebol, no quadro da SAD. Mas, se não a tem, reconheça a importância da relação com sócios e adeptos (nas suas várias vertentes) e delegue efectivamente poderes, atribuindo alguma autonomia a alguém (ou uma equipa) capaz. Em bom rigor, nem sei se já dispomos desta estrutura muito profissional e dedicada a que por vezes se faz grandes elogios. Se a temos, há que a deixar trabalhar, definindo as suas balizas de actuação mas conferindo-lhe um mínimo de autonomia. Se não a temos, há que reuni-la. Não podemos continuar assim, sob pena de jamais concretizarmos o potencial de crescimento que temos e que a óptima gestão da esfera desportiva justificaria. Não podemos sentar-nos sobre o sucesso desportivo e esperar que os milagres aconteçam.

Deixámos passar esta oportunidade de ouro – o que, sinceramente, me deixou muito triste e revoltado porque momentos destes são (quase) irrepetíveis. Mas não adianta chorar o leite derramado. É preciso retirarmos as devidas lições do que se passou!

24 de maio de 2011

Balanço da época 2010/2011

Quando se faz um balanço da época que agora finda, há a tentação de distinguir as épocas interna e internacional. Se o fizéssemos chegaríamos à conclusão de que, a par da maravilhosa época internacional, teríamos também realizado uma das mais fracas épocas internas da era Salvador (apenas superada, pela negativa, pela temporada 2007/08 que começou com Jorge Costa, passou por Manuel Machado e acabou com António Caldas). Acho que não faz sentido fazer essa divisão porque competições internas e Liga Europa foram decorrendo paralelamente – e os jogos europeus não foram assim tão poucos: dezanove!

Houve três períodos distintos, quanto a mim:

- uma óptima entrada em acção até à derrota no Emirates, período durante o qual assegurámos um pouco previsível apuramento para a Liga dos Campeões;

- um período de desnorte, de grande irregularidade e fragilidade defensiva, que durou grosso modo até Março, até à vitória em casa sobre o Benfica, em que nos deixámos atrasar na Liga e perdemos as Taças internas.

- de então até final, encadeamos uma série de bons resultados (ainda que a ponta final da Liga tenha sido altamente condicionada pela focalização nos jogos europeus).

Acho que a determinado momento, ainda no início da temporada, pecámos por algum deslumbramento. O clube atingiu uma meta extraordinária logo de entrada (fase de grupos da Liga dos Campeões), batendo adversários de renome e talvez todos tenhamos pensado que estaríamos a um nível que nos capacitava para ombrear com os mais fortes. O estilo de jogo denunciava-o: mais empreendedor, menos refém do calculismo que era marca da temporada anterior. Ainda conseguimos disputar palmo a palmo a vitória no Dragão (embora derrotados) mas com o Arsenal veio a derrocada. Esse foi um jogo que marcou psicologicamente a equipa. Durante muito tempo não voltámos a encontrar-nos. A irregularidade da equipa foi notória: nas competições internas não conseguíamos encadear dois resultados positivos consecutivos e só os êxitos internacionais iam contrabalançando a má carreira interna. O período que mediou entre a derrota de Londres e o final de Dezembro (quando também nos despedimos da Taça de Portugal, na Luz) marcou, quanto a mim, o elemento de insucesso da época. Apesar de erros de planeamento (em particular no que respeita às contratações para a linha defensiva), dispúnhamos, nesta fase da temporada, de um plantel com qualidade e profundidade suficientes para poder competir nas várias competições. Não o conseguimos, claramente! Mais do que uma questão física, creio que na génese deste fracasso esteve a incapacidade para a equipa se motivar para jogar entre os jogos (com outro glamour) da Liga dos Campeões e, de algum modo, uma abordagem aos jogos mais adaptada aos confrontos internacionais, pautados por outra postura em campo dos adversários, mais positiva. Foi a constatação da dificuldade do técnico em gerir (alguma) abundância que, a meu ver, levou a que António Salvador se sentisse algo defraudado e tenha tomado as decisões que tomou em Dezembro-Janeiro: o emagrecimento do plantel (reduzindo custos, tendo em atenção os objectivos ainda em aberto*) e (é minha opinião) a não renovação do contrato de Domingos.

Depois dos acertos de Janeiro (com duas contratações praticamente inócuas, certamente com pouco ou nenhum dedo do técnico – Marco Ramos e Vinicius), com muito menos recursos (saídas de peso de Moisés, Luís Aguiar e Matheus, entre outros), a equipa começou por ensaiar uma recuperação, numa fase sem competições internacionais. Melhorou alguma coisa do ponto de vista exibicional mas a persistente debilidade defensiva não lhe permitiu ser consistente ao nível dos resultados (vários jogos decididos por erros crassos de natureza individual, inclusive o confronto com o Paços de Ferreira que ditou o afastamento da Taça da Liga). Não se pode dizer contudo que a equipa sentiu demasiado a saída de jogadores influentes. Simplesmente, a equipa foi obrigada a adoptar outras soluções com o comboio em andamento, apostada agora num futebol mais pensado e menos exclusivamente baseado em transições rápidas, como até então acontecera.

E é curiosamente quando as competições europeias estão de regresso que a equipa cresce, indiferente às dificuldades e à escassez de recursos. A recepção ao Benfica, no AXA, a contar para a Liga, é marcante. Fizemos uma grande exibição e vencemos vincando uma superioridade manifesta em todo o jogo. É possível que esta partida tenha tido reflexos positivos a nível psicológico. A verdade é que, a partir de então, a equipa fez das fraquezas forças, regressou ao realismo e rigor da época anterior (melhoria defensiva assinalável, 9 golos sofridos em 16 jogos, incluindo os jogos europeus até à final) e encetou a caminhada que a levou a chegar ao final da temporada disputando o terceiro lugar da Liga e… a Liga Europa!!!! Na esfera europeia, faltam adjectivos para qualificar a nossa caminhada. Com um plantel mínimo, enfrentando lesões e castigos importantes, é verdadeiramente inacreditável como esta equipa chegou à final da Liga Europa! Uma caminhada épica! Só uma equipa com grande espírito de sacrifício e um colectivo na verdadeira acepção da palavra poderia ter chegado tão longe! Qualidades que até determinada fase da época pareciam estar tão arredadas deste grupo (já não era exactamente o mesmo, é verdade). Fica o amargo de boca de termos perdido o terceiro lugar na Liga com a meta à vista, ainda que a concentração na Liga Europa possa explicar de alguma forma a má ponta final (0 vitórias nos últimos quatro jogos e apenas um golo marcado). E claro, fica também alguma mágoa por termos perdido a oportunidade de conquistar uma competição europeia. No entanto, penso que podemos estar de consciência tranquila em relação a isto: a equipa esteve à altura do momento e nunca se deixou menorizar por um Porto que até aí praticamente cilindrou todos os adversários que lhe surgiram pela frente. Fraco consolo quando o sonho esteve tão perto mas não podemos deixar de nos sentirmos orgulhosos pelos feitos alcançados nesta temporada. A jornada de Dublin foi um prémio magnífico para todos e um momento sublime para o clube!

O balanço tem de ser claramente positivo! Não foi uma época perfeita, que tivesse sido marcada pela regularidade mas os marcos alcançados foram de tal forma relevantes (e até certo ponto inesperados) que ofuscam completamente o que de menos bom sucedeu, em particular uma época interna abaixo do que tem sido habitual na era Salvador (pelo menos, na Liga, em termos pontuais). Na esfera financeira, esta época premeia o risco assumido nas duas épocas anteriores, amplamente compensado pelos prémios pecuniários alcançados (sobretudo através da Liga dos Campeões). Fica também uma ideia curiosa: o Braga de Domingos (em qualquer das suas duas épocas) foi sempre mais equipa quando os recursos escassearam; a abundância não foi tão bem gerida nem produziu tão bons resultados. Penso que partiu desta ideia a decisão de Salvador não renovar o contrato de Domingos, decisão que deve ser avaliada à data em que foi tomada e não à posteriori.


* Como é evidente, não passaria na altura pela sua cabeça (nem na de ninguém) que o Braga teria possibilidades de chegar a uma final da Liga Europa.

23 de maio de 2011

Mossoró Renovou Até 2014

Mossoró versus Liverpool

O SC Braga chegou a acordo para a renovação do contrato de trabalho com Mossoró, que está agora ligado aos Gverreiros do Minho até ao final da época 2013/14 – o actual vínculo terminava na temporada 2011/12.

O camisola 8 do SC Braga manifestou a sua enorme satisfação pelo acordo assinado, frisando estar “bastante grato”. “É o reconhecimento do trabalho que tenho vindo a desenvolver ao longo dos anos no SC Braga”, destaca Mossoró.

Afinal Salvador Tinha Razão

O Sporting de Lisboa anunciou a contratação de Domingos Paciência para o cargo de técnico principal da próxima temporada. Confirma-se assim o que fora anunciado por António Salvador após a Final da Liga Europa. Recorde-se que após essa declaração de Salvador, os dirigentes do Sporting manifestaram-se surpreendidos e negaram qualquer contacto com Domingos, admitindo agora que o ex-treinador dos bracarenses já se tinha comprometido com os leões antes do última acto eleitoral daquele clube de Lisboa.

22 de maio de 2011

Liga Europa: Braga Entra no Play-Off a 18 de Agosto



Ao ser esmagado pelo Porto na Final da Taça de Portugal (foi a derrota mais pesada nos últimos 47 anos da prova), o Guimarães cedeu o lugar no Play-Off da Liga Europa ao Sporting de Braga que assim entra na competição internacional apenas no dia 18 de Agosto, num sorteio em que será seguramente cabeça de série.

21 de maio de 2011

Recalcamentos...

Acabo de assistir na televisão às declarações do treinador do Vitória de Guimarães no lançamento da final da Taça de Portugal. Pois quando se prepara para o embate com o FC do Porto, Manuel Machado decide lançar farpas... ao Braga!!!
Eu, como se sabe, tenho um respeito muito garnde pelo Vitória. Nós, adeptos, há muito tempo que aprendemos a viver a rivalidade como um fenómeno algo folclórico que, admito, por vezes dá origem a exageros. Mas isto que eu acabo de ver e ouvir não é rivalidade; é uma obsessão absolutamente doentia! M. Machado não está preocupado com a sua equipa? Não está preocupado com o poderoso adversário que vai enfrentar? O que lhe ocupa a mente é o SC de Braga?
Mas não s epense que isto me preocupa; pelo contrário, ao chamar-nos "guerreiros de plástico" revela um recalcamento e uma ciumeira que me deixam absolutamente orgulhoso. É muito bom saber que em vésperas de jogar afinal da Taça, MM nos dedica os seus mais profundos pensamentos.

Atlético de Madrid Paga Oito Milhões Por Sílvio

Segundo a imprensa, a transferência de Sílvio para o Atlético de Madrid representou o maior encaixa financeiro da história do Sporting de Braga. Apesar dos contornos do negócio não serem inteiramente conhecidos, todos os jornais falam num encaixe de oito milhões de euros por parte do emblema minhoto. A confirmar-se representa o maior encaixe financeiro de um clube de fora de Lisboa e Porto numa única trnasferência.

20 de maio de 2011

19 de maio de 2011

Este Braga Europeu

A minha memória futebolística (ou a minha memória, simplesmente), não é tão boa como a da maior parte dos aficcionados. Talvez por essa razão, a minha memória mais antiga do Braga seja de há apenas treze anos: uma eliminatória da antiga Taça UEFA frente ao Vitesse. O Braga tinha sido quarto classificado na época anterior e voltava à UEFA treze anos depois de duas derrotas pesadas frente ao Tottenham (dessas não me lembro mesmo, felizmente).

Ora, para mim, como para muitos, o Braga europeu era uma novidade e ninguém sabia muito bem do que seria capaz aquela equipa modesta do Norte de Portugal, acostumada ao meio da tabela classificativa. O adversário, "uma equipa holandesa", impunha respeito, mas aquela equipa era uma das melhores da história do clube (ainda hoje, eu como muitos da minha geração, recordam com saudades o melhor jogador da história do Braga: Karoglan).

O primeiro jogo, disputado na Holanda, terminou com uma derrota, mas o resultado de 2-1 (golo de penalty de Karoglan) justificava continuar a acreditar na passagem, garantida em Braga com mais dois golos de penalty (convertidos por Artur Jorge). Foi uma eliminatória caricata mas foi nela que senti pela primeira vez a capacidade de transcendência do Braga, equipa de gverreiros antes mesmo de o serem.

15 de maio de 2011

Dublin 2011: Viagem Aeroporto-Fan Zone Gratuita

Dublin 2012 - Final da Liga Europa

O Aeroporto de Dublin anuncia na sua página oficial que os adeptos com bilhete de jogo têm direito a transporte gratuito até à Fan Zone da respectiva equipa. Apesar das boas relações entre bracarenses e portistas, os adeptos que viajarem em voos regulares serão divididos à chegada ao Aeroporto, por forma a dar cumprimento às normas da UEFA. Poderá conferir estas e outras informações no site do aeroporto.

Acompanhe a Final da Liga Europa na Avenida Central

Braga, Arcada, Avenida Central

A Câmara Municipal de Braga vai colocar um ecrã gigante e bancadas na Avenida Central para os adeptos minhotos assistirem à final da Liga Europa de futebol, quarta-feira, diante do FC Porto. Segundo fonte camarária revelou à Agência Lusa, o cenário será em tudo semelhante ao que foi montado aquando do último Mundial de Futebol, em 2010, defronte às Arcadas. A final da edição 2010/2011 da Liga Europa disputa-se na próxima quarta-feira, em Dublin (República da Irlanda), a partir das 19:45, entre FC Porto e Sporting de Braga.

Notícia LUSA

Idiotice ou Marketing Para Jornalista Comer?

Os nossos vizinhos são o único clube do mundo cujos adeptos ficam uma noite inteira à espera para comprar bilhetes que não esgotam... Como é que se chama a isto???

Braga É Quarto Nas Assistências

Numa época em que se tornou no quarto clube português a atingir uma final europeia, o Sporting de Braga consolidou o 4º lugar no campeonato dos adeptos. Além de ser o quarto clube com maior número de associados, o Braga foi o quarto nas assistências da Liga, o terceiro no acumulado das competições europeias e o quarto na Taça da Liga. Números que não deixam quaisquer dúvidas relativamente à força dos bracarenses nas bancadas e à dimensão da falange arsenalista. Mas vamos ao números da Liga Portuguesa:

1º Benfica: 572.197 (38.146)
2º Porto: 554.800 (36.987)
3º Sp. Lisboa: 372.864 (24.858)
BRAGA: 217.630 (14.509)
5º V. Guimarães: 209.235 (13.949)
6º Académica: 68.375 (4558)

Braga 0 - Sp. Lisboa 1: Proença Leva 3º Para Lisboa

A festa que os jogadores e adeptos do Sporting fizeram no final do jogo mostra bem a pequenez de Alvalade. Para ficar em terceiro, o Sporting de Lisboa precisou da ajuda de um árbitro vindo de Lisboa que se esqueceu de assinalar uma grande penalidade evidente de Polga sobre Meyong aos 43 minutos e cuja conversão garantiria o 3º lugar ao Sporting de Braga. Mais: o Sporting precisou da ajuda de Proença para ampliar o seu anti-jogo dos lisboetas e gozou de uma dualidade de critérios verdadeiramente irritante.

No jogo jogado, o Braga entrou displicente e o Sporting entrou cheio de querer. Chegou ao golo aos 5 minutos e, desde aí, matou esse mesmo jogo com cenas típticas de um clube que luta pela manutenção. As duas equipas que vieram de Lisboa não queriam que houvesse futebol. E conseguiram. O Braga foi fazendo pela vida, mas as suas tentativas esbarravam nas frequentes paragens potenciadas pelo árbitro que foi sempre muito convenientemente palavroso.

Se há coisa em que António Salvador tem falhado é precisamente na gestão da influência do Braga junto das instâncias de arbitragem e de disciplina na Liga. Está visto que é preciso intervir nesse domínio para se conseguir qualquer coisa. A vergonha de Vitor Pereira é tão inexistente que á nem se coíbe de nomear um árbitro de Lisboa para uma partida em que um clube de Lisboa e outro de Braga discutem um lugar no pódio. Uma vergonha total.

11 de maio de 2011

10 de maio de 2011

Indignação Ensombra Final Minhota

A anunciada intenção da SAD minhota apenas disponibilizar bilhetes de 135€ aos adeptos minhotos que não comprem o plano da Agência Cosmos apanhou de surpresa milhares de adeptos que pretendiam acompanhar o clube por meiso próprios, mais económicos, e está a causar uma onda de indignação nas páginas do clube bem como junto da Secretaria do Sporting de Braga.

Esta medida está a ser vista como um abandono da SAD àqueles que quotidianamente apoiam o clube, pagam as quotas, compram cadeiras e vão ao estádio para favorecer os interesses de uma empresa privada. Nos fóruns do clube pode ler-se que muitos adeptos ponderam entregar os cartões de associado bem como manifestar-se junto do clube. O que é certo é que ninguém compreende esta atitude de António Salvador.

8 de maio de 2011

Braga-Sporting: Encher o Estádio Axa para Consolidar

Braga 1 - Benfica 0 (Liga Europa)

O Sporting de Braga recebe o Sporting de Lisboa previsivelmente no próximo Sábado num jogo a contar para a Liga Portuguesa que decidirá as posições finais dos dois clubes: em caso de empate ou vitória dos bracarenses fica assegurado um inédito terceiro lugar.

Além disso, o Sporting de Braga poderá também aproveitar esta partida para consolidar o 4º lugar nacional no que respeita aos adeptos: depois de ter assumido a 4ª posição em número de associados, caso estejam no Estádio Axa mais de 12.400 adeptos, o Braga conquistará também o 4º lugar nas assistências dos jogos em casa a contar para a Liga Portuguesa.

Vamos colorir o Estádio Axa de vermelho e mostrar a força dos Guerreiros do Minho!

Académica 0 - Braga 0: E o Terceiro Aqui Tão Perto

O Braga foi a Coimbra empatar com a Académica sem golos, isolando-se no terceiro lugar do campeonato. A decisão, como já se sabia, fica guardada para o próximo Sábado, dia em que o Sporting de Braga receberá o Sporting de Lisboa no Estádio Axa. A vitória ou o empate garantem a inédita terceira posição enquanto que apenas a derrota não serve os interesses minhotos.

7 de maio de 2011

Braga 1 - Benfica 0: A Mais Feliz de Todas As Noites



O Sporting de Braga recebeu e venceu o Benfica de Lisboa naquele que foi o jogo mais importante da história do clube bracarense. Mais de 25.000 adeptos receberam as equipas para uma partida a contar para as Meias Finais da Liga Europa. O Braga entrou em desvantagem nesta segunda mão após ter sido derrotado por 2-1.

3 de maio de 2011

É Tempo de Dizer BASTA!

agressão a helder barbosa

Sempre que o Braga está em disputa directa com os clubes de Lisboa, as feras do sistema montado cercam o clube minhoto com histórias verdadeiramente inqualificáveis e surreais. Depois do que todos assistiram no Estádio, seria expectável que o senhor Guilherme, o senhor Vitor Pereira e o senhor Ricardo Costa, cujos ódios contra o Braga são conhecidos, estivessem a analisar a fotografia acima reproduzida e explicassem como é possível que quem comete uma agressão bárbara como esta continue em campo.

Mas não. Os senhores do sistema, ancorados pela sua selvática máquina de imprensa, procuram desestabilizar. Inventam histórias. Primeiro de agressões que os próprios elementos do Leiria já desmentiram. Depois as fotografias. Que ninguém sabe quem pôs. Mas se é das fotografias que querem falar, pois então falemos:

1) Estando de consciência tranquila, porque haveria o árbitro de se sentir coagido?
2) Porque é que vêm agora falar de coação quando a mesma Liga desculpou a agressão de um adepto a um árbitro em pleno Estádio da Luz?
3) A quem serve toda esta polémica nas vésperas de um importantíssimo jogo da Liga Europa?
4) Se não é conhecida a origem das fotografias, porque é que os jornais do sistema são unânimes na tentativa de culpabilizar o Braga?
5) Porque é que os árbitros continuam a passear pura incompetência pelos campos num clima de completa impunidade?

Responda quem souber.

2 de maio de 2011

Encomenda?

A quem interessa que uma equipa medíocre, sem adeptos, faça do desafio frente ao Braga o jogo da sua vida?
Tenho visto os últimos jogos do Leiria na televisão e o que tenho visto é mau futebol. Jogadores apáticos, um treinador que não existe porque é subjugado pelo Sá Pinto, enfim, uma equipa sem vontade nem talento.
Ontem, o que vi foi todos os jogadores a disputarem os lances como se não houvesse amanhã, vi violência a rodos, entradas assassinas e uma festa no final como se o Leiria fosse campeão nacional.
Não me venham dizer que o jogo era decisivo para eles porque não era! Eles estão e estavam livres de descer. Este empate interessa muito mais ao Sporting do que a eles.
O Sporting (o clube do fair-play da treta) abriu as hostilidades no dia anterior, berrando contra o árbitro mesmo tendo tido uma excelente arbitragem no seu jogo com o Portimonense. E ontem, por coincidência aparece-nos em Braga um árbitro péssimo que pactuou com o anti-jogo do Leiria, permitiu o recurso à violência descarada e com uma dualidade de critérios impressionante.
Assim vai o futebol no país da treta…

1 de maio de 2011

Juniores: Braga Vence Benfica e Garante Terceiro

A equipa de juniores do Sporting Clube de Braga recebeu e venceu o Benfica por 1-0 na manhã de hoje, garantindo o 3º lugar no campeonato nacional. Com esta vitória, os bracarenses deixam o clube de Lisboa a 4 pontos quando falta disputar apenas uma jornada.

O final do jogo ficou marcado, mais uma vez, pelo mau perder dos benfiquistas embora o treinador de juniores, ao contrário de Jorge Jesus, tenha admitido os excessos dos seus jogadores.