A primeira experiência do Sporting de Braga na Liga dos Campeões está a tornar-se verdadeiramente milionária. Mas vamos começar pelo tortuoso princípio: apesar dos pontos amealhados pelo Braga ao longo dos últimos anos, o ranking de Portugal na UEFA foi insuficiente para garantir ao vice-campeão a entrada directa na fase de grupos da Liga dos Campeões. Ao mesmo tempo, a UEFA decidiu estrear novas regras para o apuramento indirecto, dificultando a vida aos portugueses que agora têm que disputar 5 lugares com os clubes classificados pelas 5 melhores ligas da Europa. Tudo conjugado, o Braga já sabia que dificilmente manteria no Playoff o estatuto de cabeça de série que seria natural com as regras antigas. Em síntese, estavam conjugados todos os determinantes para que, apesar do histórico segundo lugar no campeonato, o Braga não atingisse a Fase de Grupos da mais importante prova de clubes do mundo.
Apesar de tudo, o Braga começou por ultrapassar o Celtic de Glasgow na 3ª Pré-Eliminatória e soube que teria que defrontar o Sevilha. Se a morte foi cedo anunciada, os bracarenses trataram de escrever a história em duas vitórias incontestáveis diante do todo-poderoso Sevilha. Estávamos na Fase de Grupos da Liga dos Campeões e as receitas garantidas atingiam os 9,2M€ (Milhões de Euros).
Depois dos desaires com Arsenal e Shakhtar, o Braga voltou às vitórias europeias com o Partizan e garantiu mais 800m€ (mil Euros), totalizando 10M€ em prémios directos. Até ao fim da fase de grupos, cada vitória continua a valer 800m€ e cada empate 400m€.